samedi 29 mai 2010

Soneto de Nostalgia



Triste me é a dor da partida
Do teu adeus nasceu minha alma ferida
Ilusões que assombram minha vida
E sofro calada na fronte da despedida


No caminho teu vulto foi se dissipando
Tua voz se perdendo em nostalgia
Calou-se em meu peito a poesia
Do amor que destilava no meu pranto


E assim fiquei ao leito amargo da saudade
A refletir como o amor se desfazia
A romper minha ilusão com a verdade


Ouvindo o canto lúgubre que dizia:
Que além da fantasia, a realidade
Transportará de minha alma esta agonia...

Cris Amaral.

2 commentaires:

  1. Oi Sara tudo bem? Obrigada por postar minha poesia em seu blog, sinto-me lisonjeada que tu tenhas gostado. bjos ótimo final de semana ;)

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